terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Viva o Wikileaks!

A cada dia que passa sinto mais orgulho do site chamado wikileaks. Desde que o mesmo se colocou a divulgar a política interna e externa norte americano, parece que o mundo começou a concluir as grandes suspeitas que os governantes dos EUA sempre levantaram mundo afora. Particularmente vejo que o governo Lula é muito melhor do que imaginávamos. Ontem falamos aqui da relação próxima que Serra tinha das empresas petrolíferas Internacionais, em detrimento do patrimônio nacional. A medida que novas revelações são feitas entendemos um pouco mais da política patrocinada pelo PSDB, qual seja, dependência em relação aos USA e oposição aos paises que buscam implementar sua soberania nacional. Assim, fica claro todas as privatizações tucanas. Dilma estava certa na eleição: “esta disputa é pelo pré-sal”. Pior que era pelo pré-sal e por nossa independência.

Gostaria de compartilhar as revelações que a grande mídia jamais professará em relação a Dilma. Os EUA acompanharam a nossa eleição como se estivessem votando no Serra. Observem abaixo o texto extraído do www.paulohenriqueamorim.com.br.

"Dilma Rousseff, na saúde e na doença

Não foi só a saúde da presidente da Argentina, Cristina Kirchner, que foi alvo da curiosidade do governo americano. A presidente eleita do Brasil, Dilma Rousseff, também teve detalhes do seu estado de saúde investigados pela embaixada americana em meados do ano passado, quando sofreu de câncer linfático.

Documentos publicados hoje pelo WikiLeaks também revelam que o ex-embaixador americano em Brasília, John Danilovich, relatou que ela havia planejado três assaltos quando era integrante da organização VAR-Palmares.

Dilma Rousseff nega qualquer participação em ações armadas durante o regime militar.

Ao todo, o WikiLeaks publica hoje 9 documentos que mostram como a representação americana acompanhou de perto a trajetória de Dilma e o processo eleitoral brasileiro – que, aliás, a própria Hillary Clinton classificou de “bizantino”.

Joana D´Arc - Dilma Rousseff começou a chamar a atenção da embaixada quando tomou posse como Ministra-Chefe da Casa Civil. Um relatório especial a seu respeito foi elaborado e enviado em 22 de maio de 2005. Apesar de “não classificado”, o telegrama traz uma porção de temas sensíveis e algumas gafes. Um dos títulos é, por exemplo, “Joana D’Arc da Subversão se torna Chefe da Casa Civil” – uma referência à alcunha dada pelos agentes da repressão.

O documento afirma que ela teria planejado o “legendário” roubo ao cofre do corrupto prefeito de São Paulo, Adhemar de Barros, no qual a VAR-Palmares obteve 2,5 milhões de dólares.

“Integrando vários grupos clandestinos, ela organizou três assaltos a banco e depois co-fundou o grupo guerrilheiro Vanguarda de Palmares”, diz.

Dilma sempre negou qualquer participação em ações armadas.

O documento escrito pelo embaixador John Danilovich observa que ela foi presa por mais de três anos e torturada de forma “brutal” com eletrochoques.

A seguir, entra em detalhes pessoais ao estilo de uma revista de celebridades: “Ela tem uma filha, Paula, em Porto Alegre, onde passa os fins-de-semana. Gosta de filmes e música cássica. Perdeu peso recentemente após ter adotado a dieta do presidente Lula”.

O documento diz ainda que Dilma é vista como “cabeça-dura, uma negociadora difícil e detalhista” e revela que as empresas americanas tiveram receio quando ela se tornou ministra de Minas e Energia, mas “agora admitem que ela fez um trabalho competente”.

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