quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Caso Julian

Em 2001, sob o pretexto de guerra contra o terror, os EUA elaboraram uma lei de segurança nacional que foi responsável por cometer vários atentados aos direitos humanos. Prenderam pessoas e as submeteram a prisões humilhantes como a de Guantánamo. Invadiram, destruíram e mataram vários afegãos. Em seguida, querendo convencer o conselho de segurança da Onu e a opinião mundial, inventaram que o Iraque tinha bomba atômica, resultado: milhares de pessoas mortas e nada da armas nucleares. Atualmente procura criar o mesmo ambiente contra o Irã e contra uma pessoa chamada Julian Assange, criador do Wikileaks.

O citado está preso na Inglaterra sob a acusação de estupro. No entanto, a acusação é estranha, pois o suposto crime teria acontecido na Suécia. O crime que alegam ter sido cometido por Assange foi o de manter relação sexual com duas mulheres sem usar camisinha, crime este considerado como estupro no referido país.

Bem, depois do Wikileaks a diplomacia Estadunidense foi despida e humilhada. A forma que os EUA tratam o caso cheira mais uma vez a tentativa de convencer para destruir mais um inimigo, mesmo que isto signifique violar Direitos Fundamentais.

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