Com uma exposição mais voltada para o lado humanista, o palestrante citou uma pesquisa em que objetivo era saber o que os alunos dos cursos superiores da capital mineira pensavam sobre seus direitos e deveres e sobre a aplicação dos direitos humanos para as minorias; realizada pelo professor Geraldo Magela Carozzi de Miranda, do Unicentro Newton Paiva.
A pesquisa confirmou que boa parcela dos universitários era favorável ou condescendente com práticas ilegais e inaceitáveis.
Para Durval, houve alguns avanços no cenário nacional, como a criação do Programa Nacional de Educação em Direitos Humanos, instituído em 2003; e de alguns órgãos para a promoção e fiscalização do cumprimento destas políticas, como a Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República e no âmbito de Minas Gerais, a Subsecretaria Estadual de Direitos Humanos. Porém ainda insuficientes, pois o grande problema está na ineficiência da inclusão de discussões sobre direitos humanos principalmente no meio universitário.
De acordo com o coordenador do curso de Direito, José Boanerges Meira, a intenção de uma palestra com esse tema, vem ao encontro da necessidade de humanizar essa temática junto aos acadêmicos do curso, aproximando as discussões da realidade e conseqüentemente, distanciando da formalidade que o próprio curso impõe.
Durval destaca também a importância da discussão do tema com uma visão mais política, com o “resgate” centrado da educação. Pois é uma dimensão que seria ponto de partida de todas as ciências humanas”.
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