Constantemente costumo citar, ou mesmo, reproduzir alguns artigos interessantes do blog, do Jornalista Renato Rovaí, hoje vou reproduzir um texto completo, espero que ele não se importe, pois, achei de grande relevância. Boa leitura:
Mas minha dívida não é só essa. Há uma série de comentários interessantes que preciso discutir aqui no blogue. Por exemplo, meu amigo Aloísio Milani, jornalista da nova e boa geração envolvida com o Intervozes, deixa uma dica para uma série que está publicando ao longo desta semana no seu blogue sobre a discussão de uma possível participação do Exército na segurança pública do Rio de Janeiro. Ele faz o debate a com base nas pesquisas e reportagens que fez no Haiti, onde as Forças Armadas Brasileiras atuam na segurança pública. O blogue do Milani é www.aloisiomilani.wordpress.com.
Também preciso tratar com vocês sobre minhas idéias a respeito de um novo portal mais identificado com o movimento da mídia não-comercial. Tenho várias coisas rabiscadas, mas como essa discussão começa a ganhar corpo num movimento do qual já tratei aqui, que realizou seu primeiro encontro no dia 8 de março no Maksoud Plaza, acho mais conveniente ir devagar com o andor para não atropelar as coisas. Mas de qualquer jeito posso adiantar que ontem já tivemos uma reunião do Grupo de Trabalho Executivo deste novo movimento e que boas novas surgirão nos próximos dias.
Mas para não ficar só nos recadinhos, duas coisas que me merecem comentários. Ontem ouvi uma entrevista do governador José Serra (PSDB) tratando dos supostos gastos de Aloysio Nunes Ferreira, seu secretário de Governo, quando foi ministro de FHC. Nunes Ferreira teria se hospedado no Copacabana Palace e a fatura teria sido de um pouco mais de 1.200,00. O governador disse que não comentaria o caso por se tratar de uma bobagem. Concordo. Mas é curioso como a tapioca de R$ 8,00 do ministro dos Esportes era algo relevante e se tornou ícone midiático de corrupção.
Mas a verdade é que a falta da seriedade da oposição está se tornando algo mais complexo. Ontem o senador Mão Santa gastou o seu tempo na tribuna para fazer uma defesa empolgada da candidatura de uma conterrânea. Ganha um pirulito de açaí com jabuticaba quem não viu o discurso e foi capaz de imaginar o nome da figura.
Pois é, trata-se de uma tal de Gysele que está disputando a final do Big Brother Brasil com um paulista de nome Rafinha. O senador Mão Santa usou a tribuna para defender que os brasileiros ajudassem uma piauiense a derrotar um paulista que, segundo ele, não gosta de futebol. Enquanto a moça é torcedora do Flamengo.
Esse é um dos ícones midiáticos da nossa representação no Senado. E depois há quem responsabilize o governo pela falta de credibilidade do legislativo.”
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