domingo, 7 de março de 2010

CEMIG, aparelho político

O jornal Estado de Minas divulga uma matéria hoje em seu site intitulada “Justiça obriga Cemig a realizar concurso para 8 mil vagas”. Segundo o site, “A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) tem de realizar concurso público, para preencher cerca de 8 mil vagas, ocupadas hoje por profissionais terceirizados. A determinação é do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), que considerou ilegal esse tipo de contratação feito pela estatal, ao julgar na segunda-feira ação ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT). A briga judicial teve início em outubro de 2003 e a Cemig já sofreu duas derrotas. Ainda cabe recurso ao Tribunal Superior do Trabalho (TST).

Os desembargadores do TRT mantiveram na noite de segunda-feira, por 3 votos a 0, a decisão da 4º Vara da Justiça do Trabalho de Belo Horizonte, que, em maio deste ano, já havia acolhido a ação do MPT. São questionados 27 ítens, como a terceirização, contratação de estagiários para funções de empregados e de temporários para cargos que não têm essa característica. A Cemig recorreu da decisão no TRT – que não aceitou os seus argumentos”. A discrepância é tamanha que a Cemig tem 10.680 funcionários concursados e como terceirizados cerca de 8 mil.

Lembrando bem que a atual gestão permanecerá até 2010, como a Cemig vai recorrer possivelmente à decisão só sai no término da atual gestão, ou seja, o que eles queriam já teria surtido todos os efeitos desejados, que é o apadrinhamento político. É por essa e outras que a nossa conta é a mais cara do Brasil!

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