domingo, 7 de março de 2010

Em homenagem ao meu sócio Stéfano

Desde que este blig foi ao ar, jamais escrevi algo de comédia nele, no entanto, respondendo a uma provocação de um amigo, preciso publicar nele uma. Tem mais ou menos, quatro semanas que meu sócio no escritório Stéfano Granato, para me provocar disse que no fim de semana, passando por Lagoa Santa, avistou uma pessoa colocando dentro de um Fiat Uno um cavalo. Segundo ele, aquilo era um absurdo, pensando que jamais poderia ver aquilo novamente, com exceção, de que se ele fosse a Brasilândia de Minas, minha terra natal. Hoje lendo o site da folha de São Paulo, tive a grata surpresa desta noticia que coloco em sua homenagem:

“Ladrões de gado põem duas vacas e dois bodes em Fiat A polícia da Província de KwaZulu-Natal, no leste da África do Sul, disse ter apreendido nesta terça-feira duas vacas e dois bodes que estavam sendo roubados dentro de um Fiat Uno.

Os policiais saíram em perseguição do Fiat após receber uma denúncia anônima. O motorista abandonou o carro quando percebeu que estava sendo seguido e conseguiu fugir. Todos os assentos, com exceção do banco do motorista, tinham sido removidos para acomodar os animais. O veículo e seus passageiros incomuns foram levados para a delegacia local e depois a um centro de animais roubados na cidade de Hluhluwe.

Em outra ocasião, os ladrões conseguiram colocar duas vacas e sete bodes dentro de um Toyota Tazz (um carro pequeno), antes de ser interceptados. “A polícia vem observando caminhonetes e caminhões que viajam à noite”, disse o porta-voz da polícia local, capitão Jabulani Mdletshe. “Agora eles estão usando carros pequenos para não serem notados.” Segundo dados de uma entidade sul-africana de combate ao roubo de gado no país, o National Anti-Stock Theft Forum, mais de 62 mil vacas foram roubadas na área no ano passado.
As autoridades dizem que o uso de automóveis cada vez menores começou após a polícia aumentar a fiscalização de veículos maiores.

Alguns animais são roubados por moradores dos vilarejos para repor os seus, roubados pelos ladrões. A maioria, no entanto, é roubada por gangues que os vendem a açougues na Província do Cabo oriental, na própria África do Sul, e também em Suazilândia, Moçambique e Lesoto”.

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