Um colega das grandes lutas escreveu o artigo abaixo, que representa o momento político que estamos vivendo, boa leitura.
O senado foi o palco de uma apresentação artística política contemporânea, conduzida por um viés maniqueísta, onde partidos fisiológicos cultivam suas esmolas de sobrevivência. Projeto e plano de desenvolvimento? Consenso? O importante é demarcar claramente como ao “do contra” não importa o conteúdo da discussão. Os democratas, antigo PFL (que também um dia foi PDS), base de apoio aos governos militares, aparentemente parecidos com antigos “trogloditas” do Partido dos Trabalhadores, que faziam da oposição uma diversão, hoje se comportam da mesma forma prazerosa, mas com uma diferença: o PT tem filiados, os democratas não. O desejo de todo cidadão esclarecido seria poder acreditar que Arthur Virgílio e os “Demos” fizeram isso realmente pensando no bem comum de todos os brasileiros e brasileiras. Mas nós sabemos que isso tudo foi por conta de um processo falido de representatividade, que damos o nome de Eleições (2008/2010). A cada dia que passa tenho ainda mais convicção que a existência desta casa (Congresso) de nada vale.
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